Dia corrido (Excusas)
Depois de um fim de semana calmo como uma nuvem branca num dia de sol, a semana começou pauleira como uma canção heavy metal ou um dilúvio paulistano, que costuma alagar a cidade. Muitas coisas para resolver no trabalho e pendências pessoais no meio de tudo. Enfim, uma bagunça. Ainda bem que consegui resolver tudo e uma das últimas coisas que tenho para fazer antes de ir embora é justamente deixar um “oi” aqui para o blog.
Daqui já parto para uma nova experiência, digamos, aquática (se tudo der certo eu trago um relato amanhã para cá), e ainda tenho aula de “América Latina” hoje na pós-graduação. Ainda tenho que passar na copiadora e xerocar uns textos dessa disciplina. Não tenho nada da matéria e os temas são bem interessantes, é quase uma obrigação eu xerocar os textos.
É que esta aula começou recentemente, neste semestre tive Metodologia, que é dividida com América Latina, e Teoria das Relações Internacionais, que dura o semestre inteiro. Preciso me interar com a coisa toda, porque meu projeto de finalização do curso envolve América Latina. Até já conversei com o professor sobre isso, mas preciso retomar os estudos, apontamentos, pensamentos, análises, livros. Começar do zero.
Falando em começar, iniciei hoje a leitura de Os Sertões, de Euclides da Cunha. Imbricado o texto, mas vou insistir para ver se consigo chegar na parte que quero que é o relato sobre a guerra de Canudos. O começo são apenas descrições geográficas, topográficas. Interessante para compreender o todo, mas um saco de ler. Temos, porém, que entender – e respeitar - os mestres da literatura. Obrigado a minha amiga Fabiana pelo empréstimo desse livro, que é do pai dela.
Uma breve introdução (gosto de pôr intertítulos às vezes)
Eu queria comentar alguns assuntos que refleti a partir de conversas com amigos nesse fim de semana, mas como o tempo está escasso hoje, se der certo amanhã eu tento entabular um raciocínio a respeito.
Até porque, eu achei muito interessante algo que ouvi num dia e, no seguinte, ouvi a pessoa praticamente – com outras palavras – desdizer o que havia dito no dia regresso. É interessante, mas chega a ser revoltante, ao mesmo tempo. Ainda bem que sou vacinado e, agora, perceptivo para enxergar nas entrelinhas desse modo. Antes tinha certa dificuldade, mas acho que estou desenvolvendo isso aos poucos. Tive essa boa lição de que estou no caminho certo.
Pena que outras pessoas não. Alguns preferem acreditar em teorias e viver coisas diferentes na prática. Tudo bem, eu também sou assim, afinal, sou comunista, não? Ora,s é possível ser comunista nos dias de hoje? Todo dia me pergunto isso. Mas, voltando ao tema em questão, é o que eu sempre falo para as pessoas, até em tom de desdém quando critico alguma crença: cada um acredita no que quer. E agora completo: se quiser mentir para si mesmo, quem sou eu para questionar? Azar. Não meu.
Daqui já parto para uma nova experiência, digamos, aquática (se tudo der certo eu trago um relato amanhã para cá), e ainda tenho aula de “América Latina” hoje na pós-graduação. Ainda tenho que passar na copiadora e xerocar uns textos dessa disciplina. Não tenho nada da matéria e os temas são bem interessantes, é quase uma obrigação eu xerocar os textos.
É que esta aula começou recentemente, neste semestre tive Metodologia, que é dividida com América Latina, e Teoria das Relações Internacionais, que dura o semestre inteiro. Preciso me interar com a coisa toda, porque meu projeto de finalização do curso envolve América Latina. Até já conversei com o professor sobre isso, mas preciso retomar os estudos, apontamentos, pensamentos, análises, livros. Começar do zero.
Falando em começar, iniciei hoje a leitura de Os Sertões, de Euclides da Cunha. Imbricado o texto, mas vou insistir para ver se consigo chegar na parte que quero que é o relato sobre a guerra de Canudos. O começo são apenas descrições geográficas, topográficas. Interessante para compreender o todo, mas um saco de ler. Temos, porém, que entender – e respeitar - os mestres da literatura. Obrigado a minha amiga Fabiana pelo empréstimo desse livro, que é do pai dela.
Uma breve introdução (gosto de pôr intertítulos às vezes)
Eu queria comentar alguns assuntos que refleti a partir de conversas com amigos nesse fim de semana, mas como o tempo está escasso hoje, se der certo amanhã eu tento entabular um raciocínio a respeito.
Até porque, eu achei muito interessante algo que ouvi num dia e, no seguinte, ouvi a pessoa praticamente – com outras palavras – desdizer o que havia dito no dia regresso. É interessante, mas chega a ser revoltante, ao mesmo tempo. Ainda bem que sou vacinado e, agora, perceptivo para enxergar nas entrelinhas desse modo. Antes tinha certa dificuldade, mas acho que estou desenvolvendo isso aos poucos. Tive essa boa lição de que estou no caminho certo.
Pena que outras pessoas não. Alguns preferem acreditar em teorias e viver coisas diferentes na prática. Tudo bem, eu também sou assim, afinal, sou comunista, não? Ora,s é possível ser comunista nos dias de hoje? Todo dia me pergunto isso. Mas, voltando ao tema em questão, é o que eu sempre falo para as pessoas, até em tom de desdém quando critico alguma crença: cada um acredita no que quer. E agora completo: se quiser mentir para si mesmo, quem sou eu para questionar? Azar. Não meu.

1 Comments:
Interessante vc querer saber a respeito da guerra de canudos. Um outro livro interessante a respeito é a Guerra do Fim do Mundo. Salvo a escrita bem literária é uma ótima maneira de saber como tudo foi e com uma pitada de genialismo... bom mesmo! =)
beijo
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