Um pouco de Copa do Mundo (e mais desculpas)
Nossa, quanto tempo que não escrevo nada aqui. Me desculpe pelo sumiço, mas as coisas estão corridas essa semana e foram um pouco complicadas no fim de semana. A Copa do Mundo também ajudou a encurtar meus horários no sábado e no domingo, além de um pepino particular, mas isso não vem ao caso. Pena que não consigo acompanhar os jogos da Copa durante a semana, sei que perdi um jogão ontem à tarde entre República Tcheca x Estados Unidos. Mais pelos tchecos que fizeram grande exibição, segundo relatos que li de jornalistas. Na hora da partida estava fazendo prova escrita do Detran, para tirar carta de motorista, isso mesmo.
Escrevo estas linhas aqui da produtora, pouco menos de uma hora do fim do jogo entre Brasil e Croácia. Que coisinha feia que foi. Nossa! Eu já esperava pouca coisa, pois estréia é sempre complicada, os jogadores não conseguem se soltar, a marcação prevalece e a criatividade fica escondida. É só pegar a maioria dos jogos da Copa até então para notar isso – vi hoje boa parte do primeiro tempo de França x Suíça durante meu almoço, nossa, que coisa horrível!
O nível técnico da competição é fraco, mas é normal, não se trata de um torneio exibição. Por mais que os melhores joguem, todos querem ganhar e o que permanece (isso mesmo) é a busca pelo resultado, acima de tudo. No mínimo, é isso que o Parreira vai falar na entrevista coletiva. O Felipão disse a mesma coisa: “O importante é vencermos, só faltam 6 agora para sermos campeões”, disse, imitando Zagallo em 1998. Não ganhou, duvido que Portugal ganhe também.
Mas nessa, quem sofre é o torcedor, que vê cada partidinha. Jogo de várzea é mais emocionante. A única coisa que segura é a mística da Copa do Mundo. Mas tudo bem, alguns confrontos são interessantes e o que esperam todos é que nas próximas rodadas a coisa flua um pouco melhor. Mas nada que encha os olhos. O futebol de competição fala mais alto na era dos resultados.
Instantes pré-jogo
Engraçado foi ver todo mundo com camisa amarela, bandeira, apito, e todo o tipo de parafernália, andando pelas ruas com orgulho, porque o Brasil ia jogar. A única coisa que orgulha o brasileiro é o futebol, talvez isso explique seu patriotismo de beira de gramado. A cidade realmente pára. Conversei com o desenvolvedor do site do padre Marcelo que mora em Curitiba e me disse que parecia toque de recolher às 15h na capital paranaense. Não tinha uma viva alma. Incrível mesmo.
E pra me fazer inveja, ainda me fala que estava tomando uma cerveja em casa, esperando pelo jogo. Raiva! E eu aqui, sóbrio. Tanto que agitei com alguns “canão” da empresa e, dez minutos antes de começar o jogo contra a Croácia, fomos eu e mais dois na padaria tomar uma Skol em lata, só para animar, pois assistir seleção sem cerveja é sacanagem.
O foda é que nesses momentos todo mundo faz qualquer coisa: uma mulher com sua pick-up quase me atropelou ao passar o farol vermelho, vai ver que era pra não perder o jogo. A esposa do meu chefe foi assaltada durante a partida, levaram carro, bolsa, celular, enfim, tudo... E assim continuamos no país do futebol, do roubo e do jeitinho. Mas deixa pra lá, não vou tocar muito nesse assunto para que eu não pareça chato demais. Vou aprofundar esse tema brevemente num artigo. Aí eu passo o link aqui e quem quiser pode saber melhor minha opinião e discutir comigo o que quiser.
Aqui no trabalho foi uma bagunça generalizada. Telão colocado no estúdio, suco, refrigerante, pipoca, salgados e muito barulho com buzinas de todo o tipo, apitos, etc. Foi divertido, gritaria total, mas prefiro ficar em casa, vendo com calma, analisando, tomando uma cerveja, de bermudão, descalço e sem camisa. Muito melhor. O segundo jogo, contra a Austrália, como é domingo, devo assistir na casa dos meus amigos Fabiana e Christian, vamos ver se dá certo porque esse troço ta um rolo... Mas sei que o terceiro jogo, na quinta-feira da semana que vem, contra o Japão, eu vou assistir em casa: eu, meu pai, a televisão, o sofá e as cervejas!!!
Ps: pelo menos ninguém pode reclamar que eu escrevo poucas linhas, quando escrevo aqui... rsrsrs...
Escrevo estas linhas aqui da produtora, pouco menos de uma hora do fim do jogo entre Brasil e Croácia. Que coisinha feia que foi. Nossa! Eu já esperava pouca coisa, pois estréia é sempre complicada, os jogadores não conseguem se soltar, a marcação prevalece e a criatividade fica escondida. É só pegar a maioria dos jogos da Copa até então para notar isso – vi hoje boa parte do primeiro tempo de França x Suíça durante meu almoço, nossa, que coisa horrível!
O nível técnico da competição é fraco, mas é normal, não se trata de um torneio exibição. Por mais que os melhores joguem, todos querem ganhar e o que permanece (isso mesmo) é a busca pelo resultado, acima de tudo. No mínimo, é isso que o Parreira vai falar na entrevista coletiva. O Felipão disse a mesma coisa: “O importante é vencermos, só faltam 6 agora para sermos campeões”, disse, imitando Zagallo em 1998. Não ganhou, duvido que Portugal ganhe também.
Mas nessa, quem sofre é o torcedor, que vê cada partidinha. Jogo de várzea é mais emocionante. A única coisa que segura é a mística da Copa do Mundo. Mas tudo bem, alguns confrontos são interessantes e o que esperam todos é que nas próximas rodadas a coisa flua um pouco melhor. Mas nada que encha os olhos. O futebol de competição fala mais alto na era dos resultados.
Instantes pré-jogo
Engraçado foi ver todo mundo com camisa amarela, bandeira, apito, e todo o tipo de parafernália, andando pelas ruas com orgulho, porque o Brasil ia jogar. A única coisa que orgulha o brasileiro é o futebol, talvez isso explique seu patriotismo de beira de gramado. A cidade realmente pára. Conversei com o desenvolvedor do site do padre Marcelo que mora em Curitiba e me disse que parecia toque de recolher às 15h na capital paranaense. Não tinha uma viva alma. Incrível mesmo.
E pra me fazer inveja, ainda me fala que estava tomando uma cerveja em casa, esperando pelo jogo. Raiva! E eu aqui, sóbrio. Tanto que agitei com alguns “canão” da empresa e, dez minutos antes de começar o jogo contra a Croácia, fomos eu e mais dois na padaria tomar uma Skol em lata, só para animar, pois assistir seleção sem cerveja é sacanagem.
O foda é que nesses momentos todo mundo faz qualquer coisa: uma mulher com sua pick-up quase me atropelou ao passar o farol vermelho, vai ver que era pra não perder o jogo. A esposa do meu chefe foi assaltada durante a partida, levaram carro, bolsa, celular, enfim, tudo... E assim continuamos no país do futebol, do roubo e do jeitinho. Mas deixa pra lá, não vou tocar muito nesse assunto para que eu não pareça chato demais. Vou aprofundar esse tema brevemente num artigo. Aí eu passo o link aqui e quem quiser pode saber melhor minha opinião e discutir comigo o que quiser.
Aqui no trabalho foi uma bagunça generalizada. Telão colocado no estúdio, suco, refrigerante, pipoca, salgados e muito barulho com buzinas de todo o tipo, apitos, etc. Foi divertido, gritaria total, mas prefiro ficar em casa, vendo com calma, analisando, tomando uma cerveja, de bermudão, descalço e sem camisa. Muito melhor. O segundo jogo, contra a Austrália, como é domingo, devo assistir na casa dos meus amigos Fabiana e Christian, vamos ver se dá certo porque esse troço ta um rolo... Mas sei que o terceiro jogo, na quinta-feira da semana que vem, contra o Japão, eu vou assistir em casa: eu, meu pai, a televisão, o sofá e as cervejas!!!
Ps: pelo menos ninguém pode reclamar que eu escrevo poucas linhas, quando escrevo aqui... rsrsrs...

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