sexta-feira, junho 16, 2006

Fim de semana de Copa

Mais um fim de semana em casa e, com certeza, mais dois dias de futebol, largado no sofá, vendo as partidas da Copa do Mundo e tomando uma cerveja. Três né, pois, como vocês sabem, esta sexta-feira eu estou em casa porque trabalhei na quinta-feira, cobrindo uma missa de Corpus Christi, celebrada pelo padre Marcelo lá perto do Santuário Terço Bizantino.

Um belo descanso após o rescaldo dos dias anteriores, em que trabalhei na quarta-feira o dia todo, com direito a acompanhar um chat que o padre Marcelo participou. Ainda virei a madrugada na produtora fazendo um monte de coisas do trabalho e da pós-graduação e, na quinta-feira de manhã, fui para a tal missa. O dia acabou cedo no feriado, mas também, eu já estava estourado.

É uma coisa maluca isso, pois você trabalha como um louco, fica cansado e, mesmo assim, adora o que está fazendo. Jornalista é tudo maluco mesmo, gosta de trabalhar bastante, fazer as coisas, estar antenado com tudo. Deve ser só para ficar falando o que fez né, só pode... rsrsrs... Vaidade tremenda os jornalistas possuem... rsrsrs...

Tô escrevendo tudo isso – e na brincadeira – porque tenho acompanhado a cobertura da Copa do Mundo pelo canal de esportes pago ESPN Brasil, e eles estão correndo de lá pra cá, de cidade em cidade, acompanhando os treinos, jogos, fazendo programas de estúdio em locais diferentes e tarde da noite, 2, 3 da manhã.

E eles dizendo as coisas malucas para trabalhar, dormir pouco, viagens, enfim, uma maluquice só. Mas é bem divertido, mostra como esses profissionais – como Juca Kfouri, José Trajano, Paulo Vinícius Coelho -, verdadeiros ídolos para jovens jornalistas, são próximos da gente. É bem divertido ouvir e ler os relatos deles.

Resolvi fazer isso esses dias também, retomando o meu pique da época de universidade, em que a correria era grande e eu conseguia acompanhar. Hoje o cansaço e a preguiça falam mais altos, acabo por limitar minhas obrigações, que, por isso, tem se acumulado cada vez mais. É hora de retomar tudo e dar cabo das coisas. Trabalho e descanso são bons, é preciso encontrar um equilíbrio para mim nisso tudo. Espero um dia achar, mas é enroscado consegui-lo.