Fim de semana de Copa
Mais um fim de semana em casa e, com certeza, mais dois dias de futebol, largado no sofá, vendo as partidas da Copa do Mundo e tomando uma cerveja. Três né, pois, como vocês sabem, esta sexta-feira eu estou em casa porque trabalhei na quinta-feira, cobrindo uma missa de Corpus Christi, celebrada pelo padre Marcelo lá perto do Santuário Terço Bizantino.
Um belo descanso após o rescaldo dos dias anteriores, em que trabalhei na quarta-feira o dia todo, com direito a acompanhar um chat que o padre Marcelo participou. Ainda virei a madrugada na produtora fazendo um monte de coisas do trabalho e da pós-graduação e, na quinta-feira de manhã, fui para a tal missa. O dia acabou cedo no feriado, mas também, eu já estava estourado.
É uma coisa maluca isso, pois você trabalha como um louco, fica cansado e, mesmo assim, adora o que está fazendo. Jornalista é tudo maluco mesmo, gosta de trabalhar bastante, fazer as coisas, estar antenado com tudo. Deve ser só para ficar falando o que fez né, só pode... rsrsrs... Vaidade tremenda os jornalistas possuem... rsrsrs...
Tô escrevendo tudo isso – e na brincadeira – porque tenho acompanhado a cobertura da Copa do Mundo pelo canal de esportes pago ESPN Brasil, e eles estão correndo de lá pra cá, de cidade em cidade, acompanhando os treinos, jogos, fazendo programas de estúdio em locais diferentes e tarde da noite, 2, 3 da manhã.
E eles dizendo as coisas malucas para trabalhar, dormir pouco, viagens, enfim, uma maluquice só. Mas é bem divertido, mostra como esses profissionais – como Juca Kfouri, José Trajano, Paulo Vinícius Coelho -, verdadeiros ídolos para jovens jornalistas, são próximos da gente. É bem divertido ouvir e ler os relatos deles.
Resolvi fazer isso esses dias também, retomando o meu pique da época de universidade, em que a correria era grande e eu conseguia acompanhar. Hoje o cansaço e a preguiça falam mais altos, acabo por limitar minhas obrigações, que, por isso, tem se acumulado cada vez mais. É hora de retomar tudo e dar cabo das coisas. Trabalho e descanso são bons, é preciso encontrar um equilíbrio para mim nisso tudo. Espero um dia achar, mas é enroscado consegui-lo.
Um belo descanso após o rescaldo dos dias anteriores, em que trabalhei na quarta-feira o dia todo, com direito a acompanhar um chat que o padre Marcelo participou. Ainda virei a madrugada na produtora fazendo um monte de coisas do trabalho e da pós-graduação e, na quinta-feira de manhã, fui para a tal missa. O dia acabou cedo no feriado, mas também, eu já estava estourado.
É uma coisa maluca isso, pois você trabalha como um louco, fica cansado e, mesmo assim, adora o que está fazendo. Jornalista é tudo maluco mesmo, gosta de trabalhar bastante, fazer as coisas, estar antenado com tudo. Deve ser só para ficar falando o que fez né, só pode... rsrsrs... Vaidade tremenda os jornalistas possuem... rsrsrs...
Tô escrevendo tudo isso – e na brincadeira – porque tenho acompanhado a cobertura da Copa do Mundo pelo canal de esportes pago ESPN Brasil, e eles estão correndo de lá pra cá, de cidade em cidade, acompanhando os treinos, jogos, fazendo programas de estúdio em locais diferentes e tarde da noite, 2, 3 da manhã.
E eles dizendo as coisas malucas para trabalhar, dormir pouco, viagens, enfim, uma maluquice só. Mas é bem divertido, mostra como esses profissionais – como Juca Kfouri, José Trajano, Paulo Vinícius Coelho -, verdadeiros ídolos para jovens jornalistas, são próximos da gente. É bem divertido ouvir e ler os relatos deles.
Resolvi fazer isso esses dias também, retomando o meu pique da época de universidade, em que a correria era grande e eu conseguia acompanhar. Hoje o cansaço e a preguiça falam mais altos, acabo por limitar minhas obrigações, que, por isso, tem se acumulado cada vez mais. É hora de retomar tudo e dar cabo das coisas. Trabalho e descanso são bons, é preciso encontrar um equilíbrio para mim nisso tudo. Espero um dia achar, mas é enroscado consegui-lo.

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