Carta de um homem cansado
Hoje é terça-feira e já me sinto bastante cansado. Pareço estar carregando um peso nas costas, na mente. Tenho um texto pra fazer para o Rabisco sobre uma peça que assisti sexta-feira passada, mas não to com força mental para concebê-lo. Pelo menos já entreguei uma entrevista que estava pendente há um tempo, e como a Edição 79 foi ao ar ontem, as coisas parecem que vão ficar mais tranqüilas. Ao menos, esse é o desejo.
Eu dormi pouco de domingo para a segunda e de segunda para a terça, então as poucas horas de sono estão fazendo falta. Maldita mania de ficar até tarde na casa da Fabiana e do Christian (amigos meus) jogando War com eles e minha outra amiga Daiane. Fui para lá para ver o jogo do Brasil, tomei muita cerveja, batemos papo e brincamos de dominar o mundo pelo jogo. Mas sempre ficamos até tarde e isso me derruba na semana.
Para ajudar, ontem saí mais cedo da aula da pós-graduação porque estava morto de sono (a natação antes das aulas têm me relaxado demais), mas, ao invés de ir dormir, fui para a Internet completar o tal texto da entrevista e pedir mais umas informações para o cara da banda que me concedeu o papo. Fui dormir mais de meia-noite também, como no dia anterior.
Sorte que hoje saí cedo por causa do dentista. Daí aproveitei para ver Inglaterra x Suécia. Também consegui complementar com o que faltou da entrevista e enviar o texto faltante, além de fazer umas pesquisas sobre América Latina lá para a pós. To preocupado com uma coluna do Rabisco que tenho que fazer, mas, como via de regra, nunca tenho um tema. Desta vez até tenho, mas como é muito extenso, quero abordá-lo com o cuidado devido, o que não ocorrerá se eu fizer correndo para esta semana. Vamos ver o que vai dar.
A produtora também tem consumido bastante minhas energias, então a coisa complica. Além das pendengas no site do padre Marcelo Rossi, que são diversas, tenho que organizar e supervisionar se tudo está sendo feito de forma correta no próprio site, além de responder uma tonelada de emails dos leitores e tocar as matérias e as muitas atualizações do site.
Ainda bem que em breve deverei receber uma ajuda consistente, quando o assunto se confirmar eu trago mais detalhes. É até bom, pois começarei um novo projeto lá dentro e preciso ter mais mãos e mentes pensando comigo, senão vou ficar maluco e estragar tudo de bom que construímos ao longo desse tempo.
O desempenho do site anda me preocupando muito. Sabe quando você faz de tudo para o negócio andar e, mesmo assim, ele não anda? E pior: você não sabe o que acontece para que o resultado não esteja sendo o esperado? Isso dá uma agonia lascada, você perde o chão, fica deprimido, não quer saber de mais nada. Mas aí tem que seguir em frente e lutar para que tudo saia dentro dos conformes, para que os problemas sejam resolvidos, você seja atendido, e também comece a produzir algo que possa começar a reverter o problema que se mostra cada vez mais grandioso.
Queria que as coisas estivessem melhores. Não estão ruins, muito pelo contrário. Mas, justamente por ter conseguido um respeito bacana quanto ao meu trabalho e um espaço cada vez mais interessante dentro do que estou fazendo, eu sinto que estou falhando naquilo que me propus e que necessito detectar o que ocorre e corrigir o problema. O ruim é que não depende só do meu único esforço, outras coisas precisam convergir. Só esperam que elas comecem a engrenar logo. Minha alma urge por isso.
Eu dormi pouco de domingo para a segunda e de segunda para a terça, então as poucas horas de sono estão fazendo falta. Maldita mania de ficar até tarde na casa da Fabiana e do Christian (amigos meus) jogando War com eles e minha outra amiga Daiane. Fui para lá para ver o jogo do Brasil, tomei muita cerveja, batemos papo e brincamos de dominar o mundo pelo jogo. Mas sempre ficamos até tarde e isso me derruba na semana.
Para ajudar, ontem saí mais cedo da aula da pós-graduação porque estava morto de sono (a natação antes das aulas têm me relaxado demais), mas, ao invés de ir dormir, fui para a Internet completar o tal texto da entrevista e pedir mais umas informações para o cara da banda que me concedeu o papo. Fui dormir mais de meia-noite também, como no dia anterior.
Sorte que hoje saí cedo por causa do dentista. Daí aproveitei para ver Inglaterra x Suécia. Também consegui complementar com o que faltou da entrevista e enviar o texto faltante, além de fazer umas pesquisas sobre América Latina lá para a pós. To preocupado com uma coluna do Rabisco que tenho que fazer, mas, como via de regra, nunca tenho um tema. Desta vez até tenho, mas como é muito extenso, quero abordá-lo com o cuidado devido, o que não ocorrerá se eu fizer correndo para esta semana. Vamos ver o que vai dar.
A produtora também tem consumido bastante minhas energias, então a coisa complica. Além das pendengas no site do padre Marcelo Rossi, que são diversas, tenho que organizar e supervisionar se tudo está sendo feito de forma correta no próprio site, além de responder uma tonelada de emails dos leitores e tocar as matérias e as muitas atualizações do site.
Ainda bem que em breve deverei receber uma ajuda consistente, quando o assunto se confirmar eu trago mais detalhes. É até bom, pois começarei um novo projeto lá dentro e preciso ter mais mãos e mentes pensando comigo, senão vou ficar maluco e estragar tudo de bom que construímos ao longo desse tempo.
O desempenho do site anda me preocupando muito. Sabe quando você faz de tudo para o negócio andar e, mesmo assim, ele não anda? E pior: você não sabe o que acontece para que o resultado não esteja sendo o esperado? Isso dá uma agonia lascada, você perde o chão, fica deprimido, não quer saber de mais nada. Mas aí tem que seguir em frente e lutar para que tudo saia dentro dos conformes, para que os problemas sejam resolvidos, você seja atendido, e também comece a produzir algo que possa começar a reverter o problema que se mostra cada vez mais grandioso.
Queria que as coisas estivessem melhores. Não estão ruins, muito pelo contrário. Mas, justamente por ter conseguido um respeito bacana quanto ao meu trabalho e um espaço cada vez mais interessante dentro do que estou fazendo, eu sinto que estou falhando naquilo que me propus e que necessito detectar o que ocorre e corrigir o problema. O ruim é que não depende só do meu único esforço, outras coisas precisam convergir. Só esperam que elas comecem a engrenar logo. Minha alma urge por isso.

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